terça-feira, 28 de junho de 2011
FILMES RELACIONADOS AO MUNDO DO TRABALHO - 28/06
Hoffa, Um homem, uma lenda
Sex, 10 de Junho de 2011
Fonte: Carolina Maria Ruy
Fonte: Carolina Maria Ruy
Os dilemas, as contradições e a luta apaixonada de Jimmy Hoffa para constituir o mais influente sindicato trabalhista dos EUA.
Hoffa, Um homem, uma lendaDanny DeVito
França/Paris, 1992
Com Jack Nicholson Danny DeVito
Em dezembro de 1975 a TV norte americana noticiou o desaparecimento do sindicalista James Riddle Hoffa, de 62 anos. Hoffa foi visto pela última vez no estacionamento do restaurante Machus Red Fox, em Detroit, no final de julho daquele ano. Seu sumiço foi extensivamente investigado nos anos seguintes, inclusive pelo FBI. Nunca se chegou a alguma conclusão. Seu corpo nunca foi encontrado e, em 30 de julho de 1982, ele foi declarado morto. Desde então esta é uma ferida aberta na história dos EUA.
Combatente incansável, turrão, disposto a tudo para defender os trabalhadores, Jimmy Hoffa, estava, nos dias de seu sumiço, às vésperas de retornar ao posto de presidente da International Brotherhood of Teamsters - IBT (Irmandade Internacional dos Caminhoneiros).
Desde a década de 1930 Hoffa esteve envolvido com os Teamsters. Entre 1958 e 1971, foi presidente daquele sindicato desempenhando um papel de grande importância. Durante sua liderança a IBT se tornou a maior organização de trabalhadores dos Estados Unidos, com mais de 1,5 milhão de filiados.
Dezessete anos após sua morte, o ator e diretor Danny DeVito, resolveu jogar um pouco de luz, nesta passagem obscura da história dos trabalhadores estadunidenses, dirigindo o filme “Hoffa, um homem, uma lenda”.
Para isso contou com a ajuda do experiente Jack Nicholson para dar vida ao personagem. Dar vida ao personagem é, neste caso, mais que uma figura de linguagem. Interpretando Hoffa, Nicholson, expõe a trajetória do sindicalista às novas gerações. Uma história que, acima de tudo, revela a repressão e o cerceamento com que os Estados Unidos tratam as organizações de trabalhadores.
Como se trata de um caso sem desfecho, DeVito deu liberdade ao roteirista David Mamet (de “Os Intocáveis”, 1987), que combinou realidade com ficção.
Mas o que é realidade e o que é ficção quando se trata de Jimmy Hoffa? Com uma vida marcada pela dubiedade, pela luta pelos trabalhadores, por relações escusas com a máfia, marcada pelo heroísmo e por atitudes suspeitas nos jogos de poder, o sindicalista tornou-se uma lenda no imaginário de seu país.
Combatente incansável, turrão, disposto a tudo para defender os trabalhadores, Jimmy Hoffa, estava, nos dias de seu sumiço, às vésperas de retornar ao posto de presidente da International Brotherhood of Teamsters - IBT (Irmandade Internacional dos Caminhoneiros).
Desde a década de 1930 Hoffa esteve envolvido com os Teamsters. Entre 1958 e 1971, foi presidente daquele sindicato desempenhando um papel de grande importância. Durante sua liderança a IBT se tornou a maior organização de trabalhadores dos Estados Unidos, com mais de 1,5 milhão de filiados.
Dezessete anos após sua morte, o ator e diretor Danny DeVito, resolveu jogar um pouco de luz, nesta passagem obscura da história dos trabalhadores estadunidenses, dirigindo o filme “Hoffa, um homem, uma lenda”.
Para isso contou com a ajuda do experiente Jack Nicholson para dar vida ao personagem. Dar vida ao personagem é, neste caso, mais que uma figura de linguagem. Interpretando Hoffa, Nicholson, expõe a trajetória do sindicalista às novas gerações. Uma história que, acima de tudo, revela a repressão e o cerceamento com que os Estados Unidos tratam as organizações de trabalhadores.
Como se trata de um caso sem desfecho, DeVito deu liberdade ao roteirista David Mamet (de “Os Intocáveis”, 1987), que combinou realidade com ficção.
Mas o que é realidade e o que é ficção quando se trata de Jimmy Hoffa? Com uma vida marcada pela dubiedade, pela luta pelos trabalhadores, por relações escusas com a máfia, marcada pelo heroísmo e por atitudes suspeitas nos jogos de poder, o sindicalista tornou-se uma lenda no imaginário de seu país.
Mais de 1 milhão de trabalhadores têm só até quinta-feira para sacar o abono salarial
Mais de 1,14 milhão de trabalhadores tem só até esta quinta-feira (30) para receber a grana do abono salarial (no valor de R$ 545) em qualquer agência da Caixa no país. Tem direito a receber o benefício quem trabalhou com vínculo empregatício por, ao menos, 30 dias em 2009, tendo recebido, em média, até dois salários mínimos – que naquele ano teve os valores de R$ 415 (em janeiro) e R$ 465 (demais meses).
Quem não sacar a grana não terá outra chance. A data não será prorrogada e o dinheiro volta para o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). O pagamento começou a ser feito em julho do ano passado e até maio deste ano foram pagos R$ 8,71 bilhões para 93,8% dos trabalhadores que têm direito ao benefício no país.
Quem não sacar a grana não terá outra chance. A data não será prorrogada e o dinheiro volta para o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). O pagamento começou a ser feito em julho do ano passado e até maio deste ano foram pagos R$ 8,71 bilhões para 93,8% dos trabalhadores que têm direito ao benefício no país.
Segundo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, o abono salarial funciona como um 14º salário para quem ganha o mínimo. Além dos requisitos do rendimento, para ter direito é necessário estar inscrito no PIS (Programa de Integração Social ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Púbico) há cinco anos, ou seja, pelo menos desde 2005, e ter sido informado corretamente pelo empregador junto à Relação Anual de Informações Sociais (Rais 2009).
- Esse salário a mais tem grande impacto para os trabalhadores de baixa renda. Isso ajuda em muito o trabalhador, sendo dinheiro diretamente no bolso, que entra imediatamente na roda da economia brasileira, trazendo benefícios para todos.
- Esse salário a mais tem grande impacto para os trabalhadores de baixa renda. Isso ajuda em muito o trabalhador, sendo dinheiro diretamente no bolso, que entra imediatamente na roda da economia brasileira, trazendo benefícios para todos.
Os trabalhadores do Nordeste são os que têm mais direito em receber o benefício (95,33%), ou seja, cerca de 4 milhões de trabalhadores. Em seguida vem o Sul com uma taxa de cobertura de 94,24%, seguido pelo Sudeste (com 93,57%) e o Norte (92,05%). O Centro-Oeste estava com a menor taxa de cobertura no período, já tendo sacado o abono salarial 91,32% dos 1,4 milhão identificados.
Estado de saúde do senador Itamar Franco permanece grave
Publicação: 28/06/2011 09:10 Atualização: 28/06/2011 09:29
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| Itamar Franco faz tratamento de leucemia e apresenta quadro de pneumonia grave |
Itamar se submete a tratamento de leucemia desde o dia 21 de maio deste ano e, de acordo com médicos do Albert Einstein, ele reagiu bem à primeira fase de quimioterapia. A doença foi diagnosticada em maio, quando o senador fez exames para tratar de uma gripe causada pela exposição ao ar-condicionado do plenário do Senado.
Atualmente, ele está licenciado das atividades na Casa, sem ser substituído. Os suplentes de Itamar, Zezé Perrella (PDT) e a vereadora de Belo Horizonte Elaine Matozinhos (PTB), só podem assumir a cadeira se o senador se afastar por mais de 120 dias.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Leonel Brizola, símbolo do autêntico trabalhismo
Léo de Almeida Neves - Por ocasião do 7º aniversário do falecimento do inolvidável líder Leonel Brizola, em 21 de junho de 2004, vale comentar a trajetória do trabalhismo, ideologia nacionalista e defensora dos anseios trabalhistas. Na redemocratização de 1945, o gênio político de Getúlio Vargas inspirou a criação em 26 de março de 1945 do antigo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), que reunia basicamente lideranças sindicais e getulistas de tendência esquerdista, e do Partido Social Democrático (PSD), congregando os ex-interventores dos Estados, Prefeitos nomeados, e segmentos empresariais da indústria, comércio e agricultura. Os adversários de Getúlio Vargas agruparam-se na União Democrática Nacional (UDN) e o Partido Comunista Brasileiro tornou-se legal até ser cassado em 1948. Nas primeiras eleições gerais realizadas em 02 de dezembro de 1945, Vargas que fôra apeado da Presidência da República pelas Forças Armadas, em 29 de outubro daquele ano, elegeu-se Senador pelo PTB em São Paulo e pelo PSD no Rio Grande do Sul e Deputado Federal pelo PTB em sete Estados (a legislação eleitoral de então permitia). O coração de Getúlio, porém, pulsava com o PTB, pois chefiou a Revolução popular de 1930 com as bandeiras sociais e nacionalistas. Ele concedeu muitos direitos às classes assalariadas e outorgou em 1943 Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que até hoje (passados 62 anos) ainda ampara os assalariados. Vargas decretou o Código de Minas, passando as riquezas do subsolo ao domínio da União; criou a Cia. Vale do Rio Doce e a Companhia Siderúrgica Nacional, e no último período de governo, eleito em 1950 pelo povo, fundou a Petrobras, o BNDES e o Banco do Nordeste, alicerces de base para a emancipação econômica do país. Levado ao suicídio pela crise política de agosto/1954, Vargas deixou Carta Testamento que foi o estandarte da campanha presidencial de 1955, que elegeu Juscelino Kubitschek. Presidente, e João Goulart, Vice, pela coligação PSD/PTB.
LEGALIDADE - Com a renúncia em 1961 do presidente Jânio Quadros - que sucedeu Juscelino - ascendeu à Presidência da República o Vice João Goulart. Sua posse fôra vetada pelos ministros militares, mas se concretizou graças à vitoriosa “Campanha da Legalidade”, desencadeada pelo então governador gaúcho Leonel Brizola. Voltou o trabalhismo de Getúlio Vargas com o mesmo ideário, acrescido da firme determinação de implantar a reforma agrária. Em consequência principalmente de fatores externos provocados pela “Guerra Fria”, em que se digladiavam os Estados Unidos da América e a extinta União Soviética, ambos empenhados na manutenção ou conquista de “zonas de influência” política e militar, o Presidente João Goulart foi afastado pelo movimento militar de 31 de março de 1964, dez anos após o sacrifício de Getúlio. Em 1965, o Marechal Castelo Branco, pressionado pela “linha dura” editou o Ato Institucional nº 2, extinguindo os partidos políticos, também o PTB, constituindo golpe irrecuperável contra a democracia, pois eles contavam com razoável estrutura organizacional e militâncias convictas. Daí, implantou-se o forçado bipartidarismo (Arena e MDB), igualmente extintos em 1979, advindo a anistia e o início do processo de redemocratização “lenta, segura e gradual”, na definição do presidente Ernesto Geisel. João Goulart morreu na Argentina em 06 de dezembro de 1976, e o líder trabalhista remanescente de maior relevo, Leonel Brizola, ainda exilado na Europa, começou o esforço de reorganização do trabalhismo com o “Encontro de Lisboa”, em junho de 1979, que reuniu trabalhistas no exílio e provindos do Brasil. Retornou ao Brasil, por Foz do Iguaçu, em setembro de 1979, e os trabalhistas de todo o país dedicaram-se à refundação do Partido Trabalhista Brasileiro, conforme a recém legislação partidária.
ORIGEM DO PDT - Prenunciava-se um novo trabalhismo, poderoso, em condições de reconquistar o poder pelo voto (como aconteceu na Espanha, Portugal e Grécia com a vitória dos socialistas, sucedendo às longas ditaduras de Salazar, Franco e dos generais, e na Argentina, com a volta de Peron). Embora as administrações militares, seguintes a Castelo Branco, tivessem alguma semelhança na área econômica com as diretrizes governamentais de Vargas e Goulart (fortalecimento das estatais, criação da Embrapa e da Embraer), seria profundamente ultrajante aos militares o ressurgimento do trabalhismo no governo central, uma vez que haviam derrubado Vargas em 1945, encurralado-o em 1954 e deposto Goulart em 1964. Com essa ótica, entrou em ação o mago do regime, o estrategista General Golbery do Couto e Silva. Houve tolerância para as reivindicações operárias do ABC paulista, conduzidas por Luiz Inácio Lula da Silva, e ao robustecimento de um sindicalismo sem compromissos com o trabalhismo, e desvinculado de Brizola. Depois, serviram-se da ex-deputada Ivete Vargas, cujo marido trabalhava para Golbery, a fim de aprovar um simulacro de partido de apoio ao sistema vigente, já nos seus estertores. Manobrando com a frágil Justiça Eleitoral da ocasião, conseguiram registrar um artificial PTB, solidário ao governo inclusive nas votações do Congresso. Só um líder da envergadura de Brizola teria força moral e coragem política para criar um novo Partido, o Partido Democrático Trabalhista (PDT), pelo qual se elegeria duas vezes governador do Rio de Janeiro, cujo eleitorado é sabidamente politizado e esclarecido. Por pouco, Brizola não alcançou a Presidência da República em 1989, na primeira eleição direta pós 1960. Há pensamento dominante entre os analistas políticos que se Brizola fosse para o 2º turno (faltaram-lhe não muitos votos) em lugar de Lula, teria vencido Fernando Collor. Ele conduziu o PDT até sua morte, em 21 de junho de 2004, com extrema coerência e fidelidade aos seus ideais.
Novo prazo para emissão da carteira de trabalho
Por orientação do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a partir desta terça-feira (7), o prazo para entrega da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) nas unidades de atendimento do Sistema Nacional de Emprego (Sine) será de 15 dias corridos.
O trabalhador terá ainda 60 dias para comparecer à unidade do Sine, a partir da data marcada para a entrega da carteira. Após esse prazo, os protocolos que se encontrarem pendentes terão seus registros cancelados e o trabalhador terá que refazer todo o processo.
Serviço
A Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego (SETE), por meio das unidades de atendimento do Sine, cadastra trabalhadores maiores de 16 anos interessados em obter a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS).
Para requerer a carteira, o interessado deve apresentar 02 fotos 3x4 recentes e com fundo branco; carteira de identidade (ou certidão de nascimento ou de casamento, original ou cópia autenticada); e certificado de reservista ou certidão de dispensa do serviço militar (para homens). Poderão ser levados também CPF, carteira de habilitação e título de eleitor, caso queira que constem na nova carteira. Os trabalhadores maiores de 18 anos devem apresentar também o extrato de PIS ou da Rais Caged.
As carteiras são entregues na mesma unidade onde o trabalhador foi atendido, mediante a apresentação do protocolo e documento de identidade.O trabalhador deve agendar o atendimento por meio do endereço www.sine.mg.gov.br ou telefone de uma das unidades do Sine, também disponíveis no site. Aqueles que informam o número do celular recebem mensagem SMS lembrando local e horário marcados para o atendimento. Quando a carteira está pronta e disponível para retirada, outra mensagem é enviada.
O trabalhador terá ainda 60 dias para comparecer à unidade do Sine, a partir da data marcada para a entrega da carteira. Após esse prazo, os protocolos que se encontrarem pendentes terão seus registros cancelados e o trabalhador terá que refazer todo o processo.
Serviço
A Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego (SETE), por meio das unidades de atendimento do Sine, cadastra trabalhadores maiores de 16 anos interessados em obter a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS).
Para requerer a carteira, o interessado deve apresentar 02 fotos 3x4 recentes e com fundo branco; carteira de identidade (ou certidão de nascimento ou de casamento, original ou cópia autenticada); e certificado de reservista ou certidão de dispensa do serviço militar (para homens). Poderão ser levados também CPF, carteira de habilitação e título de eleitor, caso queira que constem na nova carteira. Os trabalhadores maiores de 18 anos devem apresentar também o extrato de PIS ou da Rais Caged.
As carteiras são entregues na mesma unidade onde o trabalhador foi atendido, mediante a apresentação do protocolo e documento de identidade.O trabalhador deve agendar o atendimento por meio do endereço www.sine.mg.gov.br ou telefone de uma das unidades do Sine, também disponíveis no site. Aqueles que informam o número do celular recebem mensagem SMS lembrando local e horário marcados para o atendimento. Quando a carteira está pronta e disponível para retirada, outra mensagem é enviada.
IBGE aponta Minas com o menor desemprego em maio desde 2003
A Pesquisa Mensal de Emprego (PME), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quarta-feira, 22, aponta taxa de desocupação de 4,7% na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Este foi o mês de maio com o menor desemprego desde 2003, quando a pesquisa teve início na RMBH. Em abril de 2011, essa taxa foi de 5,3%, o que representa queda de 0,6 pontos percentuais no mês e de 1,1 ponto percentual em relação a maio de 2010.
Em relação à remuneração, o rendimento médio real da população ocupada foi estimado em R$ 1.477,70 e cresceu 0,9% em relação ao mês anterior e 7,8% no ano. A pesquisa revela também 60,7% da população ocupada está na faixa etária de 25 a 49 anos e 54,8% tem 11 anos ou mais de estudo.
O secretário de Estado de Trabalho e Emprego, Carlos Pimenta, destacou o bom desempenho da RMBH. “Minas vive um momento extraordinário na economia que tem refletido na criação de postos de trabalho. Os dados do Sine e do Caged corroboram isso. O Governo de Minas tem trabalhado incansavelmente para gerar muitos e bons empregos para o cidadão mineiro”.
Em relação à remuneração, o rendimento médio real da população ocupada foi estimado em R$ 1.477,70 e cresceu 0,9% em relação ao mês anterior e 7,8% no ano. A pesquisa revela também 60,7% da população ocupada está na faixa etária de 25 a 49 anos e 54,8% tem 11 anos ou mais de estudo.
O secretário de Estado de Trabalho e Emprego, Carlos Pimenta, destacou o bom desempenho da RMBH. “Minas vive um momento extraordinário na economia que tem refletido na criação de postos de trabalho. Os dados do Sine e do Caged corroboram isso. O Governo de Minas tem trabalhado incansavelmente para gerar muitos e bons empregos para o cidadão mineiro”.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Lupi, em São Borja, homenageia memória de Leonel Brizola
Lupi, em São Borja, homenageia memória de Leonel Brizola
Fonte: por Max Monjardim/Ascom | 22 de junho de 2011
O Ministro do Trabalho e Emprego, e Presidente Nacional - licenciado - do PDT, Carlos Lupi, esteve ontem (21/6) em São Borja, no Rio Grande do Sul, para prestar homenagem ao líder máximo do PDT, Leonel de Moura Brizola, pela passagem dos sete anos de sua morte. Brizola está enterrado no jazigo da família Goulart, ao lado de sua esposa, Neuza e do ex-presidente João Goulart.
Estavam presentes à homenagem, além de Lupi, a neta do ex-governador, deputada estadual (RS) Juliana Brizola, o neto do ex-presidente João Goulart, Christopher Goulart, e lideranças políticas locais, além de moradores da cidade - que tem cerca de 80 mil habitantes e faz fronteira com a Argentina, além de ser terra natal de Getúlio Vargas e João Goulart.
Em discurso no túmulo, Lupi relembrou os tempos que passou ao lado de Brizola.
-- Venho aqui, pela sétima vez consecutiva, fazer o que Brizola fazia com Getúlio: defender seus ideais e não deixar que sua luta pelo povo brasileiro caia no esquecimento. Quando ainda era vivo, Brizola vinha neste cemitério, todo 24 de agosto, para depositar flores no túmulo de Getúlio Vargas e exaltar sua luta em prol do menos favorecidos. Por isso, todo dia 21 de junho, vou manter a mesma tradição e depositar flores no túmulo de Brizola - afirmou Lupi.
Muito emocionado, Lupi também fez questão de contar como conheceu Brizola, quando ainda era jornaleiro, e que o ex-governador foi o responsável pelo início de sua militância política.
-- Acho que gratidão não se vai com a morte. Tenho uma dívida eterna de gratidão a Brizola. Se hoje sou Ministro de Estado, foi porque, há 30 anos, Brizola me ensinou a canalizar nossa energia em benefício dos menos favorecidos e do desenvolvimento do Brasil.
Representando a família, a deputada estadual do PDT pelo Rio Grande do Sul, Juliana Brizola, exaltou a figura do avô, relembrando tempos de infância e do início de sua militância política.
- Hoje estamos aqui para homenagear uma das mais completas lideranças políticas do Brasil. Brizola era um lutador, nos ensinou que apenas através da educação podemos diminuir as desigualdades sociais. E esta é bandeira que hoje carrego na Assembléia do Rio Grande do Sul. Foram anos de muito ensinamento - disse Juliana.
Ainda durante a cerimônia no Cemitério Jardim da Paz, a parlamentar lembrou que Brizola tinha o hábito de dizer que costumava ir ali para conversar com o ex-presidente Getúlio Vargas.
-- Agora sou eu que venho aqui falar de todas as coisas boas que ele fez, de todas as inaugurações de escolas e estradas que levam o nome de Brizola para as quais sou convidada, pelos 50 anos do BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul), instituição que ele idealizou”, disse a deputada. Para o ministro Lupi, a homenagem em São Borja é um evento que une os brizolistas.
A Câmara Federal, por iniciativa do deputado gaúcho Vieira da Cunha (PDT), registrou na tarde de terça-feira, o aniversário de morte de Brizola, vítima de um infarto aos 82 anos.
“É dia de prestar justa e merecida homenagem a um grande brasileiro. Leonel Brizola foi, antes e acima de tudo, um patriota. Amava profundamente o seu País e não se conformava com as desigualdades sociais. Era um lutador, um idealista.”
Lembrar Brizola
O presidente Carlos Lupi reverencia Leonel Brizola, no sétimo aniversário de sua morte, em São Borja no Rio Grande do Sul
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Taxa de desemprego em maio é a menor desde 2002
Thais Leitão*
Rio de Janeiro – A taxa de desemprego fechou o mês de maio em 6,4%, informou nesta quarta-feira 22 o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é o menor para o mês de maio desde o início da série de coleta de dados da Pesquisa Mensal de Emprego, em 2002.
Rio de Janeiro – A taxa de desemprego fechou o mês de maio em 6,4%, informou nesta quarta-feira 22 o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é o menor para o mês de maio desde o início da série de coleta de dados da Pesquisa Mensal de Emprego, em 2002.
A taxa de maio também ficou estável em relação à registrada um mês antes. Na comparação com o mesmo período de 2010, quando o indicador ficou em 7,5%, houve diminuição de 1,1 ponto percentual.
De acordo com o levantamento, a população desocupada no país foi estimada em 1,5 milhão de pessoas e não aumentou em relação ao mês anterior. Na comparação com maio de 2010, esse contingente teve queda de 13,7%, o que indica que em maio deste ano havia 242 mil pessoas a menos em busca de emprego.
A população ocupada também ficou estável na passagem de um mês para outro, totalizando 22,4 milhões de trabalhadores, e aumentou 2,5% em relação a igual período de 2010. Com isso, em maio deste ano, havia 552 mil pessoas a mais ocupando postos de trabalho.
O documento do IBGE aponta ainda que o rendimento médio dos trabalhadores ocupados ficou em R$ 1.566,70 em maio, representando o valor mais elevado para o mês de maio desde o início da série da pesquisa. Em relação a abril, houve aumento de 1,1%; e alta de 2,5% na comparação com maio de 2010.
O número de trabalhadores com carteira assinada chegou a 10,8 milhões de pessoas, o que demonstra estabilidade em relação a abril e elevação de 6,7% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Esse resultado aponta um adicional de 676 mil postos de trabalho formais entre os dois anos.
A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) avalia a situação do mercado de trabalho em seis regiões metropolitanas – Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre.
Missa marca 7º ano da morte de Brizola
Jornal do Brasil (texto atualizado) - Para marcar o 7° aniversário da morte de Leonel Brizola, aconteceu, nesta terça-feira, 21, uma missa na Igreja de São Benedito dos Homens Pretos, ordenada pela direção estadual do PDT-RJ e o ministro Carlos Lupi. Em São Borja, no Rio Grande do Sul, terra natal do ex-governador, foram promovidas homenagens pela Câmara de Vereadores local e as que serão coordenadas pelo PDT. Na Câmara de Vereadores, aconteceu sessão solene em homenagem a Brizola, conforme determina lei municipal que também estabelece o 21 de junho com data histórica de São Borja. A solenidade no plenário do Legislativo contou com a presença da deputada estadual e neta do homenageado, Juliana Brizola, que falou sobre a vida pública, as obras e os feitos de seu avô. O presidente do PDT na cidade, Janot Marques de Oliveira, disse que o partido estava associado à sessão solene realizada na Câmara. Logo após, houve visita ao jazigo da Família Goulart, no Cemitério Jardim da Paz, onde Leonel Brizola está sepultado.
Presidente da Usiminas garante investimentos em Ipatinga
Presidente da Usiminas garante investimentos em Ipatinga
A Usiminas vai continuar investindo na unidade de Ipatinga, no Vale do Aço, e, para este ano, a projeção é de cerca de R$1 bilhão. Foi o que garantiu o presidente da empresa, Wilson Nélio Brumer, em audiência pública da Comissão de Turismo, Indústria, Comércio e Cooperativismo da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, na manhã desta terça-feira (21/6/11).
A audiência foi requerida pelo deputado Luiz Carlos Miranda (PDT), para debater o futuro da empresa no Estado. Ele manifestou preocupação em relação aos investimentos na unidade de Ipatinga e afirmou que melhorias e recursos teriam sido prometidos e esperados pela população, como a construção de um novo aeroporto em Ipatinga e um fábrica em Santana do Paraíso, o que não aconteceu.
O presidente da Usiminas, Wilson Brumer explicou que a empresa não teria interesse em ser proprietária do aeroporto que seria construído na região e que o projeto para nova unidade em Santana do Paraíso foi considerado inviável. Ele detalhou os investimentos feitos pela empresa no município em 2010, como a construção de nova coqueria, no valor de R$ 700 milhões, e de mecanismos de galvanização, que custaram R$ 914 milhões. A planta de Ipatinga também passará por melhorias, orçadas em R$ 3 bilhões. A empresa gera, atualmente, cerca de 18 mil empregos diretos e indiretos.
Brumer comentou, ainda, que o setor siderúrgico enfrenta dificuldades no País, que seriam causadas pela alta carga de juros e encargos sociais, os problemas na infraestrutura e o excesso de burocracia. Segundo ele, esses obstáculos fazem com que o Brasil seja o 6º no ranking mundial de competitividade no setor, que representa 16% do Produto Interno Bruto (PIB), o mesmo valor apresentado na década de 1950. "Isso significa que a indústria siderúrgica vem perdendo espaço na economia brasileira", analisou.
O vereador de Ipatinga, Roberto Carlos Muniz (PV), pediu mais empenho da Usiminas na preservação da qualidade de vida das comunidades. Segundo ele, a população reclamaria de pó escuro expelido pela fábrica. Entretanto, o presidente reforçou que a empresa desenvolve ações de preservação ambiental, como replantio de vegetação e criação de pomares, e está em conformidade com as normas de produção.
Representantes afirmam que Usiminas traz resultados positivos para a região
O representante da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), Eduardo Carlos Jardim, reconheceu o trabalho da Usiminas para o Estado e afirmou que a estrutura rodoviária e os serviços de energia e comunicação estão sendo aprimorados em Minas para contribuir com o desenvolvimento das indústrias.
Já o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico de Ipatinga, Marco Aurélio de Sena, afirmou que a empresa colabora com o crescimento do Vale do Aço e pediu que o Governo do Estado invista em capacitação para mão-de-obra especializada em serviços metal-mecânicos.
Deputados elogiam empresa e pedem melhorias para o Vale do Aço
O presidente da comissão, deputado Tenente Lúcio (PDT), salientou o compromisso da empresa com o desenvolvimento do chamado Vale do Aço e afirmou que o esforço de funcionários, parlamentares, governos e comunidade são importantes para garantir a melhoria das ações da Usiminas.
Os deputados que participaram da audiência concordaram que o papel da Usiminas é fundamental para Ipatinga e indicaram alguns pontos que poderiam ser melhorados para potencializar o trabalho da empresa. O deputado Bonifácio Mourão (PSDB) pediu agilidade na duplicação da BR-381, para facilitar o escoamento da produção. O deputado Ivair Nogueira (PMDB) criticou a chamada guerra fiscal e afirmou que o Estado foi um dos mais prejudicados com a prática.
A deputada Rosângela Reis (PV) pediu mais investimentos do poder público para a melhoria da educação e da saúde na região, como a implantação de uma universidade pública e a construção de um hospital regional.
O vice-presidente da comissão, Dalmo Ribeiro Silva (PSDB), e os parlamentares Rômulo Viegas (PSDB), Ulysses Gomes (PT), Gustavo Corrêa (DEM), Doutor Viana (DEM) e Luiz Henrique (PSDB) elogiaram a postura da Usiminas na geração de empregos e renda, conjugados com aspectos sociais e ambientais.
A comissão vai pedir providências ao Governo Federal em relação à expansão e modernização do aeroporto de Ipatinga, a requerimento do deputado Luiz Carlos Miranda.
Presenças - Deputados Tenente Lúcio (PDT), presidente; Dalmo Ribeiro Silva (PSDB), vice; Rômulo Viegas (PSDB); Ulysses Gomes (PT); Luiz Carlos Miranda (PDT); Bonifácio Mourão (PSDB); José Henrique (PMDB); Gustavo Corrêa (DEM); Zé Maia (PSDB); João Vítor Xavier (PRP); Doutor Viana (DEM); Ivair Nogueira (PMDB); e Luiz Henrique (PSDB); e deputada Rosângela Reis (PV). Além dos convidados citados, participou o presidente da Associação dos Municípios da Microrregião do Vale do Aço (AMVA), José Euler.
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