Fonte: Opera Mundi | 25 de julho de 2011
Mais de 150 mil pessoas participaram nesta segunda-feira (25/07) de uma marcha em Oslo e em outras cidades norueguesas para prestar homenagem aos 76 mortos no duplo atentado terrorista ocorrido há quatro dias no complexo governamental em Oslo e no acampamento da juventude social-democrata, ligada ao Partido Trabalhista, na ilha de Utoeya. A manifestação ficou conhecida como marcha das rosas.
Na capital, os cidadãos desfilaram com flores e tochas pelo centro da capital, próximo do local onde o carro-bomba explodiu, liderados pelo príncipe herdeiro Aaron e pelo primeiro-ministro norueguês, o trabalhista Jens Stoltenberg.
No fechamento da concentração, na praça do prefeitura, Haakon ressaltou em discurso que "hoje as ruas estão repletas de amor", ao afirmar que decidiram responder "ao ódio com unidade".
"Escolhemos nos mobilizar em prol de nossos valores. A Noruega é um país em luto", afirmou Haakon.
Stoltenberg pediu aos noruegueses que mantenham seu caráter tolerante e não permitam que o "mal se apodere de todo um povo". A resposta aos atentados deve ser dada com "mais abertura, mais democracia", acrescentou.
A passeata partiu dos arredores do tribunal onde nesta segunda-feira o autor confesso do duplo atentado, Anders Behring Breivik, compareceu pela primeira vez e que fica próximo ao complexo governamental onde foi detonado o carro-bomba que matou oito pessoas.
Por sua vez, o líder da juventude social-democratas, Eskil Pedersen, visivelmente emocionado, assegurou que os ataques "mudaram a Noruega para sempre", mas que está nas mãos do povo decidir como será essa transformação.
"Ele arrancou algumas de nossas rosas mais belas, mas ele não pode parar a primavera", concluiu.
Para culminar a passeata, os participantes, com suas rosas ao alto, entoaram a canção norueguesa "Ja, vi elsker", que significa "Sim, nós amamos".
A passeata começou e terminou na praça da prefeitura de Oslo, mas após fechar-se a concentração oficial, a grande maioria dos participantes decidiu deslocar-se até a catedral para deixarem as rosas na entrada.
A Marcha das Rosas, formada em grande parte por famílias, levou quase meia hora para cobrir os 600 metros que separam ambos os lugares devido à quantidade de gente solidária que participava do ato.
Na capital, os cidadãos desfilaram com flores e tochas pelo centro da capital, próximo do local onde o carro-bomba explodiu, liderados pelo príncipe herdeiro Aaron e pelo primeiro-ministro norueguês, o trabalhista Jens Stoltenberg.
No fechamento da concentração, na praça do prefeitura, Haakon ressaltou em discurso que "hoje as ruas estão repletas de amor", ao afirmar que decidiram responder "ao ódio com unidade".
"Escolhemos nos mobilizar em prol de nossos valores. A Noruega é um país em luto", afirmou Haakon.
Stoltenberg pediu aos noruegueses que mantenham seu caráter tolerante e não permitam que o "mal se apodere de todo um povo". A resposta aos atentados deve ser dada com "mais abertura, mais democracia", acrescentou.
A passeata partiu dos arredores do tribunal onde nesta segunda-feira o autor confesso do duplo atentado, Anders Behring Breivik, compareceu pela primeira vez e que fica próximo ao complexo governamental onde foi detonado o carro-bomba que matou oito pessoas.
Por sua vez, o líder da juventude social-democratas, Eskil Pedersen, visivelmente emocionado, assegurou que os ataques "mudaram a Noruega para sempre", mas que está nas mãos do povo decidir como será essa transformação.
"Ele arrancou algumas de nossas rosas mais belas, mas ele não pode parar a primavera", concluiu.
Para culminar a passeata, os participantes, com suas rosas ao alto, entoaram a canção norueguesa "Ja, vi elsker", que significa "Sim, nós amamos".
A passeata começou e terminou na praça da prefeitura de Oslo, mas após fechar-se a concentração oficial, a grande maioria dos participantes decidiu deslocar-se até a catedral para deixarem as rosas na entrada.
A Marcha das Rosas, formada em grande parte por famílias, levou quase meia hora para cobrir os 600 metros que separam ambos os lugares devido à quantidade de gente solidária que participava do ato.







